Artwork
Peace Urges the Churches to Tolerance

Peace Urges the Churches to Tolerance is an oil painting by the Early Baroque Italian artist Unknown. It dates from 1620 and is held in the collection of the Museum Catharijneconvent. Peace Urges The Churches Towards Tolerance é uma pintura alegórica de 1600-1624 de um artista desconhecido.
About this work
A pintura foi doada ao Rijksmuseum em 1968 por um colecionador chamado Bosman.
Esta pintura se chama Peace Urges the Churches to Tolerance. É uma obra alegórica feita com tinta a óleo.
A pintura foi doada ao Rijksmuseum em 1968 por um colecionador chamado Bosman. Ela havia sido comprada anonimamente na França no início daquele ano. Desde 1977, está em empréstimo ao Museum Catharijneconvent em Utrecht.
Você pode saber mais sobre este tipo de arte pesquisando o museu: Rijksmuseum.
Assunto e Significado
A pintura retrata uma alegoria satírica da tolerância religiosa nos Países Baixos no início do século XVII. No centro, três figuras-chave da Reforma estão sentadas a uma mesa: o papa, Martinho Lutero tocando alaúde, e João Calvino, que espreme meia laranja sobre a panela do papa enquanto oferece a outra metade a ele. A laranja simboliza os laços do calvinismo com a Casa de Orange. Uma personificação feminina da Paz entra carregando um ramo de oliveira, reforçando o tema da reconciliação.
Ao fundo, dois quadros pendem na parede: um emparelhando a Paz com a Justiça, o outro a Caridade com seus filhos, reforçando a mensagem moral. Menno Simons, líder dos anabatistas, ajoelha-se junto a uma lareira segurando uma bandeja de pão, representando ainda mais os diversos grupos cristãos. Versos explicativos nas paredes clarificam a intenção da cena: defender a tolerância entre denominações rivais em vez de uma adesão rígida a uma única fé.
Técnica e Estilo
A pintura foi executada em óleo sobre tela, um suporte padrão para as obras alegóricas holandesas do início do século XVII. Suas dimensões são 131,5 cm de altura por 162,5 cm de largura, conferindo-lhe uma orientação horizontal adequada à cena de mesa com múltiplas figuras que contém.
Estilisticamente, a obra é uma composição religiosa alegórica na qual uma personificação feminina da Paz entra pela esquerda carregando um ramo de oliveira, enquanto as figuras centrais, João Calvino, um papa não identificado e Martinho Lutero, estão sentadas ao redor de uma mesa. Lutero toca alaúde, e Calvino espreme meia laranja sobre um prato de cordeiro, usando o fruto como símbolo da ligação entre o calvinismo e a Casa de Orange. À direita, o anabatista Menno Simons agacha-se junto a uma lareira com uma bandeja de pão. Dois quadros menores emoldurados pendem nas paredes do fundo, representando a Paz com a Justiça, e a Caridade com seus filhos, ao lado de versos explicativos inscritos nas paredes da sala.
História e Proveniência
Criada nos Países Baixos entre 1620 e 1637, esta pintura alegórica anônima data do início do século XVII. A obra permaneceu em mãos particulares até 1968, quando foi comprada anonimamente na França por Bosman, um colecionador baseado em Bruxelas. No mesmo ano, Bosman doou a pintura ao Rijksmuseum em Amsterdã. Desde 1977, a obra está em empréstimo de longo prazo ao Museum Catharijneconvent em Utrecht, onde permanece como parte de seu acervo.
A obra está no acervo do Rijksmuseum sob o número de inventário SK-A-4152 e está em empréstimo de longo prazo ao Museum Catharijneconvent em Utrecht desde 1977. Foi doada ao Rijksmuseum em 1968 pelo colecionador Bosman após uma compra anônima na França no início daquele ano, e subsequentemente foi exibida na exposição "Luther" do museu. A pintura permanece parte do acervo do Rijksmuseum enquanto é exibida no espaço do Catharijneconvent.
Contexto
Criada por um artista anônimo nos Países Baixos por volta de 1620, esta pintura alegórica reflete as complexidades religiosas dos Países Baixos do início do século XVII. A obra pertence a uma tradição de representações alegóricas popular durante a metade do século XVII, que enfatizava que os cristãos não precisavam aderir a uma única denominação, mas deveriam priorizar o amor de Cristo e a tolerância mútua. A composição apresenta figuras-chave como Martinho Lutero, João Calvino e um Papa, ao lado do anabatista Menno Simons, ilustrando um chamado à unidade em meio a divisões doutrinais. Elementos simbólicos, incluindo uma laranja espremida por Calvino para representar a Casa de Orange e uma alaúde tocada por Lutero, transmitem nuances teológicas e políticas específicas. A pintura foi adquirida em 1968 por um colecionador de Bruxelas antes de entrar para o acervo do Rijksmuseum e posteriormente ser transferida para empréstimo de longo prazo no Museum Catharijneconvent em 1977.
Artist & collection


















